Entrei distraída na Caixa de Achados & Perdidos. Nunca mais me encontrei.
sexta-feira, 5 de dezembro de 2014
terça-feira, 2 de dezembro de 2014
Sinais de pontuação
Não há mais necessidade de vírgulas
para separar de teu rosto
expressões
Inútil
destacar palavras inexistentes
explicar sentidos de frases
se não há mais nelas ambiguidade

Não é preciso
ponto de interrogação
quando não restam expectativas
de respostas à dúvidas emitidas
ou ponto de exclamação
que exprima surpresa ou admiração
Nem mesmo as reticências importam
para prolongar infinitamente
ideias desfeitas
Travessão para diálogo?
Há monólogo apenas
Dois pontos?
Chega de explicação
Aspas?
As citações são de minha autoria
Restou-me apenas
nesse estudo de pontuação
encerrar o período de amar
com o ponto final.
sexta-feira, 31 de outubro de 2014
quarta-feira, 30 de julho de 2014
quarta-feira, 28 de maio de 2014
Ultimamente, tenho visto o facebook como vejo TV. Vou zapeando... zapeando... procurando o que me agrada, passando pelo que também acho bobagem em páginas de amigos ou naquelas que vou descobrindo, blogs e pessoas que sigo, propagandas que aparecem.. zapeando... zapeando... E o que vejo?
Leio aquela poesia linda e links de poetas mais lindos ainda, que alguns amigos teimam em postar, quem sabe na vã esperança de que as pessoas entendam mais de poesia. E sempre vejo as poesias e textos de amigos, que, não sendo nenhum Fernando Pessoa, sabem manejar as palavras e exprimir seus sentimentos.
Sorrio rapidamente quando vejo charges de humor criativo, frases soltas de Millôr ou do Barão de Itararé, que aparecem vez ou outra, chargistas mais recentes, que sabem o valor da crítica bem humorada.
Clico nas músicas postadas por pessoas que têm um gosto musical apurado e continuo zapeando ao som das mesmas.
Curto as fotos de pessoas tão queridas, de paisagens nunca vistas, de arte tão esquecida em minha mente.
Converso com amigos distantes, em que o contato é por aqui, difícil encontrá-los pessoalmente, ou, mesmo com os próximos, porque, esses, sempre temos assunto a colocar em dia.
Vejo o que tem na agenda de São Paulo para ir, os eventos para os quais sou convidada, ou que o face acha que me interessam.
Fico pasma com os posts que destilam ódio, irritada com mentiras deslavadas que incautos vão transmitindo sem ter noção do mal que isso traz, e observo o tanto que ninguém lê quase nada, como se compartilhar slogans, bastasse para mudar o mundo.
Dependendo do humor, brinco, respondo aos amigos defensores de animais e vegans, ou penso, confesso, mas que coisa doida é esse endeusamento de animais, vida saudável e companhia.
Leio os artigos da esquerda, da direita, os que me convencem, compartilho, os que gosto, curto, e os que acho maléficos, ignoro ou denuncio.
Agora, me perdoem. Poderia ficar aqui escrevendo mais e mais do que vejo, afinal, dizem que o face é também um lugar em que gostamos de escrever sobre nós mesmos, e ainda mais sendo uma internauta antiga, esse vício, tenho desde o século passado. Preciso mesmo é trabalhar!!!!
Mais tarde continuo... zapeando...zapeando... zapeando... refletindo, procurando entender esse mundo em que vivo.
Leio aquela poesia linda e links de poetas mais lindos ainda, que alguns amigos teimam em postar, quem sabe na vã esperança de que as pessoas entendam mais de poesia. E sempre vejo as poesias e textos de amigos, que, não sendo nenhum Fernando Pessoa, sabem manejar as palavras e exprimir seus sentimentos.
Sorrio rapidamente quando vejo charges de humor criativo, frases soltas de Millôr ou do Barão de Itararé, que aparecem vez ou outra, chargistas mais recentes, que sabem o valor da crítica bem humorada.
Clico nas músicas postadas por pessoas que têm um gosto musical apurado e continuo zapeando ao som das mesmas.
Curto as fotos de pessoas tão queridas, de paisagens nunca vistas, de arte tão esquecida em minha mente.
Converso com amigos distantes, em que o contato é por aqui, difícil encontrá-los pessoalmente, ou, mesmo com os próximos, porque, esses, sempre temos assunto a colocar em dia.
Vejo o que tem na agenda de São Paulo para ir, os eventos para os quais sou convidada, ou que o face acha que me interessam.
Fico pasma com os posts que destilam ódio, irritada com mentiras deslavadas que incautos vão transmitindo sem ter noção do mal que isso traz, e observo o tanto que ninguém lê quase nada, como se compartilhar slogans, bastasse para mudar o mundo.
Dependendo do humor, brinco, respondo aos amigos defensores de animais e vegans, ou penso, confesso, mas que coisa doida é esse endeusamento de animais, vida saudável e companhia.
Leio os artigos da esquerda, da direita, os que me convencem, compartilho, os que gosto, curto, e os que acho maléficos, ignoro ou denuncio.
Agora, me perdoem. Poderia ficar aqui escrevendo mais e mais do que vejo, afinal, dizem que o face é também um lugar em que gostamos de escrever sobre nós mesmos, e ainda mais sendo uma internauta antiga, esse vício, tenho desde o século passado. Preciso mesmo é trabalhar!!!!
Mais tarde continuo... zapeando...zapeando... zapeando... refletindo, procurando entender esse mundo em que vivo.
sábado, 15 de março de 2014
Margaridas
bem-me-quer
mal-me-quer
na tarde cinzenta
a brincadeira de criança
não te ligo
não me ligas
no domingo chuvoso
um hiato de silêncio
não sei de ti
não sabes de mim
será?
pergunto às margaridas
bem-me-quer
mal-me-quer
e na silêncio da tarde
do domingo... da vida...
caem
margaridas despetaladas
mal-me-quer
na tarde cinzenta
a brincadeira de criança
não te ligo
não me ligas
no domingo chuvoso
um hiato de silêncio
não sei de ti
não sabes de mim
será?
pergunto às margaridas
bem-me-quer
mal-me-quer
e na silêncio da tarde
do domingo... da vida...
caem
margaridas despetaladas
domingo, 16 de fevereiro de 2014
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